quarta-feira, outubro 26, 2005


láforachoviasilêncioeraivafriadistanteumcorpopálidoestendido
láforaerafrioesilêncioetudooquefoiláforaeraotempoeraofim.
não saber amar.
não conseguir ficar.
nunca nada para sempre eternamente fugindo.
láforaerafrioesilêncioetudooquefoiláforaeraotempoeraofim.

2 comentários:

Luís S. disse...

Espero que isto não pareça muito lame, mas... curto mesmo muito as coisas que escreves... a maneira como as escreves e como no conjunto controlas o ritmo de leitura e a aparência visual do texto.
Também já li algumas coisas tuas de outros blogs e ainda ando a ver se encontro alguma coisa que não goste lá muito.

Resumindo, quando for grande quero escrever como tu! :P

Nota: Apesar de me identificar um pouco mais com os textos do João, queria deixar aqui os meus parabéns a todos os "membros" d'A Caixa. Até agora estou a achar muito interessante o que leio neste blog.

Márcia disse...

essa urgência das palavras ligadas em contraposição à clareza dos versos centrais dão a sensação extrema da necessidade de ser-se ouvido.

belo com §empre. beijo daqui.